Casar sem surtar – final | O caminho até o altar é mais longo que parece

Estou de volta pra segunda parte – e final! – da série. (Um adendo: quem acha que ela vale vlog levanta a mão o/) Hoje vou contar mais sobre o meio do caminho até o casamento e o grande dia em si – e fotos, fotos e fotos maravilhosas da minha magnífica fotógrafa Juh

A série Casar sem Surtar serve pra compartilhar com vocês algumas das minhas experiências e aprendizados (alguns pra bem além do casamento) durante os 2 anos que fiquei noiva, e também pra dar algumas dicas de quem já passou por tudo isso – tudo do jeito mais leve e descontraído possível! 🙂


Parte final – O caminho até o altar é mais longo que parece

Essa parte final é muito mais prática e (apesar de dramática) menos dramática que a primeira! Uma vez que você põem a roda pra andar (em outras palavras: marca uma data e paga por ela) não tem mais o que fazer, só aguardar – e isso é ótimo!

No carro, antes de entrar! Inclusive: minha "carona" foi meu próprio trio :) nada de alugar carros!
No carro, antes de entrar! Inclusive: minha “carona” foi meu próprio trio 🙂 nada de alugar carros!

Deixei muitas coisas do meu casamento pra cima da hora por motivo de: orçamento apertado – e algumas pessoas ficavam me falando que era absurdo. Um recadinho muito importante pra vocês: absurdo é se afundar em dívidas, ok? Se uma coisa não é extremamente necessária vai lá pra baixo da lista de prioridades, e se uma coisa pode ser adiada, será adiada até o dia que for possível – leis básicas do casamento com orçamento apertado.

Não aluguei carro – meu tio me levou no carro novo dele, não comprei sapato “próprio” de casamento – usei um lindo e confortável da Dakota, não fiz lembrancinhas que iriam pro lixo – fiz pães de mel, que também ficou no lugar do bem-casado, e que todo mundo come e gosta, fiz minha maquiagem com uma amiga maquiadora e o cabelo no salão que já conhecia do meu bairro (que abriu exclusivamente pra mim e pras minhas convidadas no domingo, sem cobrar nada a mais!) além de vários outros “luxos” que eu, sinceramente, adoraria, mas não iriam fazer nenhuma diferença – a não ser pesar no orçamento.

Foto de making of, com participação da fotógrafa linda!
Foto de making of, com participação da fotógrafa linda!

Por causa disso fiz/comecei a entregar os convites com um mês e meio ~ dois meses antes do grande dia. Nenhum convidado ia vir de outro estado ou ia precisar se programar muito, o casamento era em Santos e todo mundo (até a parte da família de São Paulo) já estava sabendo da data e horário e se programando mesmo antes do convite, por isso não vi necessidade nenhuma de enviar convites com meeeeeses de antecedência.

Além disso, fiz os convites e mandei imprimir numa gráfica, envelopei um a um, com papel cartão e uma fita de cetim com um lacinho, tudo com a ajuda de uma das minhas madrinhas lindas, numa noite mega descontraída em casa.

Foto do #casamentoMariEDi

A floricultura e o DJ fechei também um mês antes só – flores não eram uma grande prioridade pra mim, e nem um DJ. Já tínhamos um plano B na manga caso não coubesse DJ no orçamento e estava tudo bem – felizmente surgiu o anjo de papai e mamãe pra ajudar no orçamento na reta final e acabamos contratando um DJ e uma floricultura (que tinham preços mega acessíveis graças a uma parceria com o salão que contratamos).

Além disso tudo, meu vestido foi alugado, e no pacote vinha o vestido ajustado, com aquela saia/armação que vai por baixo (só que já costurada no vestido) mais um véu da minha escolha. A tiara e os brincos comei numa lojinha da 25 e não gastei nem 40 reais nos dois juntos – pasmem!

Foto do #casamentoMariEDi

Outra coisa é que, ao longo da reta final, as pessoas adoram dizer que vão te ajudar – mas não conte sempre com isso. A não ser que essa pessoa seja uma mãe/pai/irmã/vó, não pense que as pessoas vão, de fato, manter suas palavras. Uma coisa que fazer festa de casamento me ensinou é que as pessoas adoram falar mas pouco adoram fazer. A melhor coisa que você tem a fazer (se não quiser sofrer decepções) é manter as expectativas (em relação às pessoas) bem baixas, quase nulas e não pedir ajuda. Se elas se oferecerem pra algo dê um prazo e cobre-as, sem medo – caso contrário, tente manter o máximo das tarefas com pessoas realmente de confianças.

Foto do #casamentoMariEDi

O dia do casamento vai chegar, e você vai se encher de lembranças (e fotos!) maravilhosas, e quase nem vai lembrar de nada dos “perrengues” que passou até chegar ali. É verdade que o casamento vai ser um divisor de águas na sua vida de muitos jeitos. Você vai começar a reavaliar situações e pessoas, coisas que não eram mais tão importantes passarão a ser – e vice-versa, pessoas que eram importantes talvez deixem de ser, e outras que você não ligava tanto talvez passem a ser suas melhores amigas e – de fato – você vai passar a amar muito mais a sua família “velha” e começar a amar a “nova”.

Foto do #casamentoMariEDi

Por fim, eu queria muito dizer, pra todas noivinhas ansiosas, que no fim tudo dá certo – e não se preocupe com os que vão te julgar ao longo do caminho (e serão muitos). No fim, você vai acabar com as pessoas que te amam e cheia de memórias maravilhosas! ♥

 

 

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Queridinhos essenciais no cuidado com a pele

Oi gente!

Hoje vou falar de dois produtinhos que uso pra pele, e que não sei mais viver sem. São meus queridinhos essenciais quando se trata de cuidado com a pele! Eu sempre tive a pele muito oleosa e nunca consegui me adaptar com nenhum produto. Talvez por pura incompatibilidade, talvez pelo produto não ser “tão bom” ou simplesmente porque ninguém te ensina a usar produto de farmácia e você acaba usando errado! De todo jeito, desde que entrei na Mary Kay, passei – naturalmente – a usar os produtos da marca. Além dos produtos serem de ótima qualidade, a sua consultora é super capacitada pra te ensinar direitinho como usar e o que esperar de cada produto! Quer dizer: se eu tivesse encontrado uma consultora tempos atrás, provavelmente eu estaria mais feliz e me cuidando há muito mais tempo! Mas tudo em seu tempo. 😉

Continuando, falei dos meus queridinhos do kit básico (gel de limpeza 3 em 1 e hidratante da linha timewise) no primeiro vídeo do blog!! Siiiiim, vamos comemorar, habemus vlog! \o/ E de agora em diante, a tendência é só ter mais e mais vídeos – se vocês curtirem, claro! Fiquem com o primogênito abaixo (e abaixo do vídeo fiquem com as fotos e detalhes sobre os produtos!)

Gel de limpeza 3 em 1O Gel de limpeza 3 em 1 é como se fosse um sabonete pro seu rosto. Ele limpa, esfolia e tonifica – e faz tudo isso combatendo os sinais de envelhecimento! Além disso ele ainda ajuda a retirar a maquiagem do rosto (como base, corretivo, pós, blushes… só não pode usar na área dos olhos!). Ele é vendido em duas fórmulas: uma para pele mista a oleosa e outra para pele seca a normal. Eu uso a linha para pele oleosa e é simplesmente maravilhosa! Usar ele é simples: você coloca uma quantidade mínima nos dedos – do tamanho de uma pérola mais ou menos – e espalha no rosto, que deve estar úmido/molhado. Espalha gentilmente, sem esfregar com vontade viu gente, e depois é só lavar até retirar tudo  e secar bem o rosto! 🙂

HidratanteO hidratante é o segundo e essencial passo da sua rotina diária! Ele – assim como o 3 em 1 – ajuda a combater o envelhecimento da sua pele, lutando contra as linhas finas de expressão e rugas. Ele acelera o processo natural de renovação da pele, combate a ação de radicais livres e hidrata por até 10 horas! Você deve usar mais ou menos a mesma quantidade do 3 em 1 – ou menos, quanto menos você conseguir usar melhor pra sua pele – e espalhar no rosto inteiro. Eu aconselho minhas clientes e passarem de pouquinho em pouquinho, assim evitam passar hidratante demais e também evita o desperdício!

Se usados corretamente, os dois duram em média 6 meses. Você pode usar os dois todos os dias, duas vezes ao dia! Pra comprar  o seu é só correr pra sua consultora – “Ah, mas eu não tenho ma consultora :(” sem problemas! Vem falar comigo que eu te ajudo a resolver esse problema <3

O frasco do 3 em 1 contém 127g e sai por R$ 58,00!
O frasco do hidratante contém 86g e sai por R$ 65,00!

Mas corre! Em maio os preços devem aumentar, então esses são os últimos dias pra você adquirir os produtos com um preço super bom ainda. 😉

 

E novamente, pra deixar claro: ninguém na/da Mary Kay me paga absolutamente nada pra postar isso! Isso não é um publipost, logo. Sou consultora Mary Kay e, só vou ganhar algo se vocês acharem os produtos legais e quiserem conhecer também! Fora isso, só estou tirando dinheiro do meu bolso pra comprar esses produtos ma ra vi lho sos e contar sobre eles pra vocês! Interessou em algo e tem consultora? Corre pra ela, mulher! Quer testar/conhecer e sua amiga é consultora? Corre também! A amiga sou eu, ou você não tem consultora? Tá esperando o que pra falar comigo hen? <3

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Essa não é mais uma crítica chata de 50 tons de cinza

Primeiro de tudo, quero deixar uma coisa bem clara e esclarecida: eu NÃO li o livro, e essa crítica é única e exclusivamente baseada no filme! Não adianta vir falar “mas no livro…” porque não li e não é dele que estou falando! O filme, obviamente, é uma ADAPTAÇÃO do livro. Então vamos estabelecer aqui que a crítica é só sobre o filme, ok? ok! Então vamos lá:

Sobre 50 Tons de Cinza e porque eu não sai do cinema chocada.

Fui ao cinema ver o filme num misto de vergonha e curiosidade, confesso. Vergonha porque, na época do livro, julguei qualquer um que eu cruzasse no metrô (e, bom, não eram poucas pessoas né) lendo o livro. Eu mesma tentei começar a ler o livro na época desse ~boom~ e não consegui chegar na metade dele, porque achei a escrita da autora bem ruinzinha (pra quem tá acostumada a ler JK, Stephen King e etc, acabar lendo essa autora – que vem de escrever fanfic – é uma experiência traumática… hahahahaha). Então deletei o livro após achar uma péssima leitura (e nem pelo gênero nem nada viu gente? Foi só porque não curti a autora mesmo) e passei a julgar todo mundo – como qualquer mortal tava fazendo na época. E curiosidade porque né.. se é tão ruim, porque tantos gostam?

E foi assim que acabei indo ver o filme no sábado. Tava no shopping com uma amiga que sugeriu que a gente fosse ver e eu topei! Detalhe: estávamos num shopping que tinha TODAS as sessões do dia es go ta das! Tivemos que ir até um outro shopping por perto pra poder achar uma sessão!

Então vamos falar sobre o filme. Confesso que no início fiquei meia irritada com a Anastasia. Não sei se era porque eu já sabia que a história era uma fanfic de Crepúsculo, mas achei a personagem, no início do filme, muito Bella – e bom, eu odeio a personagem da Bella! hahahahahah Era muito bobinha, forçadamente desastrada/tímida, mas enfim. Manter uma mente aberta né?

O início do filme, de fato, não faz jus (ou, na verdade, faz) ao andamento do filme. Um dos meus pontos favoritos definitivamente é como trabalharam bem a evolução da Anastasia. Em duas horas ela realmente vai de menininha boba a mulher madura. Ela começa um pouco “Bella”, desastrada, tímida, e parece ir absorvendo um pouco de Grey nela a cada contato. Vai se tornando divertida, decidida e mais madura – convenhamos, no ínicio ela é só uma universitária descontrolada e chatinha.

O Grey também, começa um pouco (mais) frio e vai evoluindo pra um Grey mais amável. De fato, relacionando ao pouco que li do livro, o Grey do filme é extremamente mais amável e divertido que o do livro (ou talvez tenha sido a minha imaginação né hahahaha).

Tendo isso dito, graças a essas evoluções dos dois personagens, o filme acaba tendo um ritmo cativante, meio que “até onde eles vão” se tratando dos limites sentimentais de cada um – já que a Anastasia é a menina doce e romântica e o Grey o cara frio e “eu não faço romance”. Os dois vão se abrindo aos poucos aos ~charmes~ do outro. Ana começa a ser mais “jogadora”, se divertindo com o Grey em seu próprio jogo (diria até que se divertindo em torturá-lo psicologicamente hahahahaha) e Grey consegue ir fazendo a Ana se abrir mais ao ~mundo~ dele.

(Conseguiram notar que passei 4 parágrafos sem mencionar qualquer cena de sexo do filme? Sabe por quê? Porque – pasmem – não é essa a parte que ~realmente~ importa no filme! Aliás, o filme manteria seu sentido sem qualquer uma daquelas cenas! Fora isso, só pra acrescentar, nenhuma cena de sexo inclui nenhum tipo de violência pesada, juro pra vocês conservadores! ahahahaha)

E, falando na violência, já vi mais violência e cenas de sexo “piores” (no sentido de mais apimentadas e/ou explícitas) em novela das 9 da globo! Juro mesmo que não entendi o porque de tanto de “mimimi” com violência doméstica e filme impróprio! Pra ser sincera (e talvez com um pouco de spoiler, então pense duas vezes antes de ler essas próximas linhas hahahaha), a única vez que a Ana apanha (de verdade mesmo, de machucar e tal) como uma punição, é quando ela pede – literalmente, não tô bancando a “mas ela pediu por isso”, ela de fato pede pra ele bater nela e ele pergunta se ela tem certeza disso. E ela apanha, dói, machuca, e sabe o que ela faz quando, depois de bater, ele quer ir abraçar ela? Fala pra ele nunca mais tocar ela, e vai embora. E sabe o que ele faz? Ele tenta ir atrás. Ela diz que não. Ele respeita e deixa ela ir. Melhor que novela da globo onde o cara bate por vários episódios e a mulher não faz nada, e quando decide fazer algo, ela apanha mais um pouco, não é? Então pra que tanto barulho por isso? (Não que a violência doméstica não mereça ser discutida, longe de mim falar isso. Mas pra que tanto barulho por um filme que, de fato, isso não acontece?)

É óbvio que o cara é rico, e que a mocinha fica deslumbrada. Mas é óbvio que coisas parecidas acontecem em praticamente todos os filmes de Hollywood e ninguém nunca parou pra falar nada! A questão é: a gente AMA esses deslumbres porque faz parte da gente, dos sonhos que colocam nas nossas cabeças quando crianças, e etc. Então é claro que a gente fica deslumbrado e apaixonado por coisas assim (pra mulheres, vejam o filme “Noivas em guerra” e “Missão madrinha de casamento” e me digam se não ficam deslumbradas com tantos detalhes perfeitos e caros em um casamento/noivado! E que cara não fica deslumbrado com tanta ação, riqueza e mulher bonita como em “Velozes e Furiosos” ou “007”?). Então acho injusto julgar esse detalhe como uma coisa ruim. A gente gosta de ver coisa bonita sim, a gente gosta de ver coisas “impossíveis”, óbvio! Por isso estamos indo ver uma história fantasiosa filmada por Hollywood, não é? Agora é por isso que vamos “julgar” uma personagem? Primeiro, é ficção gente! E mesmo assim, se um cara se apaixona por você, e você sente uma atração por ele, você iria deixar pra lá só porque descobriu que ele é rico? Se ele aparecer pra te pegar pra um encontro num carro super caro você vai falar “desculpa, gosto de você mas não rola porque você é rico”? Então vamos só ver o filme e saborear a fotografia maravilhosa de takes aéreos que só Hollywood sabe nos proporcionar! <3

(Afinal, se você tem a cabeça fraca a ponto de ficar, de verdade, deslumbrada com o filme, e sai da sala de cinema aceitando nada menos do que aquilo, desculpa gente, mas você não deveria nem ver novela!)

O filme é ok, não é ruim, mas não é também a obra de arte que faltava pro cinema. A adaptação, por outro lado, é ótima – tendo em vista que pegaram um livro ruinzinho/mediano e transformaram num filme bom! Claro que a gente não espera menos de roteiristas que estão acostumados a fazer isso todo dia, mas tendo em vista que a maioria das adaptações de livro são regadas a “o livro é melhor que o filme”, temos aqui algo digno de nota! hahahahah

Resumindo: o filme é bom, com um romance cativante entre a moça fofa e o cara frio, sexy sem ser vulgar e até um pouco divertido. O fim do filme também tem um corte clichê que deixa aquela vontade de ver o próximo filme pra saber o que vai acontecer na história, confesso.

E vocês, viram o filme? O que acharam?

Ah, e se quiserem ver uma crítica séria, de verdade (e não igual a minha cheia dos meus achismos! hahahaha) leaim a do Cinéfilo em Série! 😉

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Um pouco sobre achar seu signature look

Eu sempre fui uma pessoa muito chata (e quando eu digo muito é muito mesmo!) com maquiagens. Uma parte do problema é que sempre tive uma pele muito oleosa, e nunca consegui achar uma maquiagem que se adaptasse 100% com esse fato + durasse o dia inteiro sem “derreter” da cara. Por fim passei anos pulando de produto em produto, que só usava de vez em quando, porque nada dava muito resultado.

Tentei todos aqueles tratamentos pra peles com espinhas e cravos que toda adolescente testou na vida algum dia (tinha uma época que eu não conseguia entrar no mercado ou na farmácia sem sair com um pra testar! hahahaha) e a sensação que eu tinha era: algumas partes do meu rosto começavam a ressecar brutalmente (minhas sobrancelhas chegavam a descascar de tão ressecadas que ficavam) e as outras continuavam tão ou mais oleosas que antes – e então começavam a nascer espinhas que eu não tinha. Ai eram tônicos e adstringentes e hidratantes e um monte de coisa que eu pagava super caro e não passava de uma semana de uso porque sentia minha pele bem pior.

foto :)foto :)Notem bem como minha cara era uma bola de discoteca brilhante e com olheiras. Guardem essas imagens e continuem lendo o post agora! 😀

Por não conseguir conter todo o óleo de pastel da minha cara, obviamente nenhuma maquiagem durava no meu rosto. E também não podia nem sonhar em usar uma base líquida sem ficar parecendo uma bola brilhante de discoteca! O jeito era ficar usando aqueles “pó-base” que mal duram uma hora inteira na sua cara sem precisar de retoque. Eu passava a maquiagem no início do dia e no meio da tarde já nem parecia que tinha passado algo. Isso foi cada vez mais me desanimando e cada vez mais me fazendo parar de usar maquiagem no dia-a-dia (ou até mesmo em ocasiões um pouco mais especiais).

Desde o final do ano passado resolvi tentar lutar contra isso. Apesar de todos os tônicos e adstringentes e hidratantes continuarem não funcionando tentei criar meu ~signature look~, uma ~cara bonita~ pra usar no dia-a-dia sem parecer que eu tinha acabado de cair da cama e corrido pra algum lugar. Eu amo batons vermelhos, amo meus cílios com máscara e um blush rosado – coisa bem com cara de saudável, aquele blasé meio “ai nem passei maquiagem hoje, só acordei bonita” (só que não né hahahahaha). Então comecei a tentar usar isso – mas é sempre difícil quando nada vence suas olheiras e daí parece que você saiu esquecendo de usar algo no rosto!

Foi então que me convidaram pra ser consultora Mary Kay – e eu aceitei, por que não? Recebi meu kit inicial e comecei a usar (afinal, pra quem já tinha tentado de tudo, o que era tentar mais uma vez? hahahahah). Resultado: me apaixonei. Nem uso a linha completa de verdade, uso o que eles chamam de “kit básico” que é o “cleanser”, uma espécie de sabonete líquido pra limpar a pele, e o hidratante redutor de sinais – ambos pra pele oleosa! Confesso que não tenho tantos “sinais” assim pra notar se foram reduzidos hahahahaha mas a oleosidade foi 90% vencida nesses primeiros 15 dias de uso (isso, 15 dias – e olha que sou bem relapsa, não uso de manhã e a noite, todo dia, como recomendado, geralmente só uso de noite – e tem dias que esqueço, confesso!)

Logo no primeiro dia notei que meu rosto não tinha acordado parecendo um guardanapo que segurou um pastel com muito queijo dentro. Tava bem sequinho, bem lisinho. A única coisa que ainda continua um pouco oleosa (mas bem menos) é a testa. Mas minhas bochechas, que acordavam beeeem oleosas, estão perfeitas! (acredito eu que, se eu usasse direito, tudo estaria perfeito! hahahahaha)

Antes e depois 1Antes durante e depois!

(Na primeira foto: a foto da esquerda é usando a base, depois de já mais ou menos 7 dias usando o kit básico, a da direita foi no dia que recebi os produtos pra começar a testar, a metade esquerda tá com a base e a direta (bem vermelinha) sem nada, nem o tratamento da oleosidade! Na segunda foto, já nessa semana, com uns 15 dias fazendo toda a minha rotina: a primeira foto é cara lavada e com sono, juro! Bem melhor que da foto anterior já né? E na sequência: com o corretivo yellow, com a base por cima, e finalizada com meu ~signature look~ sem preguiças! Me diz se não é milagroso mesmo o esquema hahahahaha)

Além do cleanser e do hidratante, também adotei a base da Mary Kay. Todo mundo já ouviu falar dessa tal “base milagrosa” que é a queridinha de várias, que várias blogueiras já divulgaram e que várias maquiadoras usam nos vídeos no youtube. Ela – de fato – é bem milagrosa! E se você usar junto com o corretivo “yellow” – outro santo milagroso – lacrou o seu dia. O corretivo yellow serve pra praticamente qualquer tom de pele. Você passa primeiro ele nas olheiras e qualquer manchinha que te pertube e que  a base sozinha não cubra. Você vai achar que ficou um pouco amarelado mas é assim mesmo. Depois você vai com a base por cima e esse amarelo fica neutralizado, da cor da base. E pronto! Pele linda e maravilhosa. 😀

“Ué, mas você disse que não usava base líquida Mari!” poisé! Mas, em conjunto com o cleanser e o hidratante, a base líquida ficou per fei ta na minha pele! E inclusive dura o dia inteirinho! Hoje, por exemplo, apliquei mal eram 6 da manhã, são quase meia noite e tô praticamente firme e forte! hahahahaha

Depois de ter descoberto um produto que ajuda a controlar minha oleosidade direitinho, e uma base e corretivo que ficam sim até o fim do dia agora, passei a me sentir mais confiante pra usar maquiagem todo dia (afinal, nada pior do que sair de casa linda, chegar em um lugar e, quando olha no espelho, cadê glamour né?). Então, todo dia de noite use o meu cleanser + hidratante e, antes de sair, a base timewise matte + corretivo yellow, um blush ~saúde~, uma máscara poderosa e um batom vermelho (às vezes nem uso o batom vermelho porque tenho preguiça de ficar retocando ao longo do dia, confesso hahahaha).

Eu e mamãe com a base!eu sendo diva <3 hahaha

 

 

(Feat. mamãe na primeira foto, que também tava se aproveitando da minha base milagrosa! hahahaha)

Passei, inclusive, a me amar mais! Não só no sentido de “agora me cuido”, mas no sentido de, agora quando olho no espelho, realmente acho lindo o que vejo! E todo mundo merece se sentir assim né?

Pra deixar claro, ninguém na/da Mary Kay me paga absolutamente nada pra postar isso! Isso não é um publipost, logo. Sou consultora Mary Kay e, só vou ganhar algo se vocês acharem os produtos legais e quiserem conhecer também! Fora isso, só estou tirando dinheiro do meu bolso pra comprar esses produtos ma ra vi lho sos e contar sobre eles pra vocês! Interessou em algo e tem consultora? Corre pra ela, mulher! Quer testar/conhecer e sua amiga é consultora? Corre também! A amiga sou eu, ou você não tem consultora? Tá esperando o que pra falar comigo hen? <3

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Que horas são? É hora de… costurar?

Esse post foi originalmente postado no meu outro blog, em Agosto de 2014. Achei legal postar ele aqui de novo pra explicar pra vocês sobre minha paixão pela costura – como começou e como a história de verdade começou e mudou tudo – e também pra compartilhar um pouco do amor lindo que tenho pela A Costureirinha e pela Elisa (que é a costureirinha!) Então aproveitem! <3


 

Siiim, costurar!!! <3 <3 <3

Vamos começar do início pra vocês entenderem… Desde criança moda e costura eram coisas que eu era apaixonada. Cresci no meio dos tecidos e das revistas “Manequins” da minha vó, que costurava até minhas próprias roupas. Brincava com bobinas de máquina desenrolando linhas, morria de medo de levar uma alfinetada, e todo natal pedia uma maquininha de costura de presente (pra dali a 2 semanas ficar desapontada porque elas nunca realmente funcionavam)! Quando cresci, queria fazer faculdade de moda, mas a vida não deixou. Enfim… a parte de costura na minha vida acabou por ai, e eu segui vários e vários outros caminhos. Até um mês atrás!

Já fazia um tempo eu seguia o blog e a newsletter d’A Costureirinha, que oferecem vários cursos que pareciam ser muito bacanas de costura. Sempre tinha vontade de fazer os cursos, mas como eu morava em Santos e os cursos eram em São Paulo, nunca tive a oportunidade… até que em junho, enquanto eu já morava aqui, recebi uma newsletter sobre o curso de férias! Perfeito! Meu pai me deu o curso de presente e acho que foi um dos melhores presentes que recebi!

O curso era sobre conquistar sua independência costureira – basicamente era pra quem não manjava dos paranauê da máquina de costura, mas queria muito aprender a usar a sua. Eu não tinha uma máquina, mas sempre quis comprar, então era meio que um teste pra ver o quanto eu iria dominar e me apaixonar por mais essa arte!

Costurinhas!
Costurinhas!

Não preciso dizer que eu não sabia nada de uma máquina de costura né? E mesmo assim esses daí são alguns dos resultados das 3 primeiras aulas! Siiiiiiiiim! No total, foram 8 aulas, cada uma de 3 horas, e eu já aprendi a domar essa coisa chamada amor máquina de costura. Também não preciso dizer que pela terceira aula eu já tinha comprado minha própria máquina pra me divertir em casa né?

As aulas são super dinâmicas, divetidas e descontraídas. Primeiro de tudo que você aprende fazendo, sem muito lenga lenga (o que pra mim é um ponto primordial. As aulas eram de manhã, e eu tinha acordado cedo pra chegar no horário, então se alguém quisesse dar aula de faculdade eu ia acabar dormindo!).  Além de todos esses pontos positivos sobre a prática da aula, as meninas que dão o curso, a Elisa e a Dani, são as pessoas mais pacientes que já conheci hahahahah. Elas respeitavam o ritmo de cada uma (mesmo nossa turma tendo apenas 3 alunas!), sempre ensinando com a maior delicadeza e carinho, dando as dicas, tirando as dúvidas e acalmando a cada “bololó” de linha que travava a máquina!

Resumidamente: em julho aprendi a costurar (tipo, de verdade mesmo! hahahaha) e ainda conheci duas pessoas incríveis e com histórias incríveis, num ambiente mega descontraído e tranquilo, e tudo sem pressa nem correria. Por mim ficava naquele curso pra sempre, porque foi uma experiência deliciosa e que só agregou valores na minha vida. Pode não parecer mas a máquina de costura também te dá lições de vida, como por exemplo respeitar seu ritmo, ir na boa e, se as coisas enrolarem, vai com calma que tem como consertar! E um desviozinho lá e cá é normal e dá sempre pra voltar pro caminho normal – e se não der é só descosturar e costurar de novo voltar atrás e fazer de novo. 🙂

Luvinha de matelassê e avental com bolsinhos!
Luvinha de matelassê e avental com bolsinhos! Fotos surrupiadas amavelmente do insta d’A Costureirinha

A minha dica é: quem gosta de costura, quer aprender mas não sabe como, tem vontade mas tem medo ou qualquer outra coisa – vá fazer o curso com elas! Aproveita que tem curso com as inscrições abertas e corre! Garanto que é o melhor investimento que vocês vão fazer se tratando de costura! (Pra vocês terem noção de como o curso me deixou: estou a uma semana sem costurar – porque minha mesa só chegou hoje – e já me sinto maluuuuca de abstinência! hahahahah) Corre corre e vem pra esse lado mais colorido da vida, cheio de costurices lindas! <3

 

E pra deixar claro: isso não é publipost! Ninguém me pagou pra escrever isso nem nada do tipo. Esse post é por motivo de me apaixonei pela costura e pelo curso dessas meninas. E acredito demais no trabalho delas pra divulgar sem medo (e sem ser paga) pra vocês! 

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Casar sem surtar – parte 1 | Da euforia à frustração (e de volta à euforia)

Hoje vamos ao primeiro post da série Casar sem surtar! 😀 Se você é uma noivinha que caiu aqui, senta que lá vem história, se você é só alguém descompromissado na vida, mas gosta de dar umas risadas com histórias, pode sentar e ler também que vai ser boa!

A série Casar sem surtar serve pra compartilhar com vocês algumas das minhas experiências e aprendizados (alguns pra bem além do casamento) durante os 2 anos que fiquei noiva, e também pra dar algumas dicas de quem já passou por tudo isso – tudo do jeito mais leve e descontraído possível! 🙂


Parte 1 – Da euforia a frustração (e de volta à euforia): Sobre noivar e cair na real

Aconteceu comigo, é verdade. Fiquei noiva quando namorávamos mais ou menos há 7 meses. Na verdade a gente já não via muito sentido em não noivar então foi meio que uma coisa mútua e natural. Não teve pedido cenográfico, teatral, mágico nem nada – foi ele olhando pra mim perguntando se eu queria casar com ele, depois de uma longa conversa do tipo “a gente deveria casar” e uma pausa pro cinema, e eu dizendo sim. Acontece que 90% de vocês que ainda vão noivar não vão passar pelo “pedido dos sonhos” como algumas meninas tem a sorte, o que não deveria importar, porque o sonho tem que ser o pedido, e não ao contrário! E não pense que essa é a parte da frustração – muito ao contrário – é a parte da euforia. A gente não tinha aliança de noivado, a gente não tinha nem dinheiro pra pipoca do cinema nesse dia, mas decidimos que estávamos noivos a partir daquele momento e isso bastou. Demoramos ainda um tempo pra contar pras pessoas, pra mudar de status no facebook, mas foram uns bons 6 meses de pura mágica, euforia e pinterest. Uma pasta de favoritos chamada de “casamento” e todos os links pra blogs e boards do pinterest possíveis. Uma lista com todas as ideias e desejos e sonhos de casamento. Parecia que tava tudo pronto e podíamos casar amanhã mesmo, só faltava fechar os fornecedores – e é aí que começa a frustração. Mal tínhamos dinheiro na época pra comprar um par de aliança de ouro, quem diria uns 10 mil pra reservar um lugar. Você vê tantos casamento lindos e surreais (mesmo nos blogs que JURAM que os casamento foram baratinhos) que você começa a jogar as expectativas pro seu grande dia lá em cima (ainda mais quando vê coisas lindíssimas nesses blogs que juram que tudo foi barato ou DIY). Você pensa que é claro que dá pra casar nessa chácara se eu comprar um vestido da china, fazer os convites, as lembrancinhas e a decoração, e pedir pra minha família cozinhar. Claro que isso seria possível, mas daí você pensa que vai perder aquela emoção e sensação de segurança de ir fazer a prova do seu vestido antes do dia, lembra que talvez não vai conseguir conciliar a vida, o trabalho e todos os DIY pro dia (as pessoas vão te oferecer ajuda, mas não acredite muito que elas vão realmente por a mão na massa pra você – mas isso é um capítulo a parte), e que talvez não seja legal fazer sua família de fato trabalhar no grande dia deles também né (ninguém quer ter que tomar um banho correndo e se arrumar nas coxas e correr o risco de chegar no altar com cheirinho de alho né?). Ai você começa a ver que não vai caber tudo que sonhou no seu orçamento, começa a pesar quais coisas são mais importantes e quais são só bobeiras, o que dá pra realmente fazer sozinha e o que não vai dar, e por aí em diante. E ainda assim – mesmo cortando tudo que não vai ser essencial e transformando em DIY algumas coisas – você vai acabar um pouco acima do que tinha imaginado gastar! Se você não é uma noiva ryca ou tem um noivo ryco, se você é uma noiva que depende do seu dinheiro e do noivo pra poder fazer a sua festa dos sonhos, e se você é uma noiva que não costuma ter sonhos simples, esse momento de cair na real com certeza vai ser uma frustração. A gente chora, a gente pensa em desistir de dar festa e casar só no cartório com um almoço pra família, a gente pensa em inúmeras alternativas que não passam nem no dedão do pé do nosso sonho, e se você se deixar levar, vai acabar tão triste que noivo nenhum vai querer casar – então calma que tem jeito!

Com muito jeitinho, dedicação, uma segurada nos gastos e talvez um freela ou qualquer outra coisa que você possa fazer no seu horário livre que gere uma renda extra (sabe fazer doces? ótimo, tá valendo!) dá pra ter um casamento legal sim! Não vou mentir e dizer que dá pra ter o casamento dos seus sonhos porque não quero frustrar você de novo, mas dá pra chegar num meio termo bom, legal, e feliz. E o mais importante disso é, não importa se você vai casar no sítio do tio da amiga da sua prima ou num castelo na Escócia – vai ser tão divertido, você vai estar tão feliz e tão cercada de amor que eu prometo pra você que o lugar, a decoração, até mesmo a banda ou DJ não vão fazer a mínima diferença, porque você não vai nem lembrar de reparar nesses detalhes no dia! Eu, particularmente, não passei horas escolhendo a decoração ou as flores (acho que foi a coisa mais rápida até porque nunca fui uma pessoa chegada em ou entendida no assunto de flores), mas imagino que existam noivinhas por aí que devem passar hooooras escolhendo quais flores vão ficar em cada mesa, e no dia nem notam! A única coisa que lembro é que elas estavam nas cores que escolhi, mas se eu disser que parei pra olhar elas de perto, ver se eram as flores certas e tudo mais, é tudo mentira! Mal quis comer de tanta felicidade, imagina parar pra notar as flores! hahahahahaha

Na verdade, esse foi o detalhe que passei mais tempo escolhendo hahahaha <3
Na verdade, esse foi o detalhe que passei mais tempo escolhendo hahahaha <3

O mais importante nessa parte da história é que você vai ir da euforia à frustração sim, muito provavelmente! Mas a frustração não é pra sempre. Se permita curtir essa sua “fossa” de “não vou ter um casamento de pinterest” se ela existir, mas curta ela por uma semana ou duas. Não prolongue ela até porque nada de bom vai sair daí. Quando terminar de lamentar as coisas, parta pro lado prático! Vá atrás de orçamento de lugares acessíveis, peça dicas de lugares e fornecedores pra quem já casou. Mande muitos emails, faça muitos telefonemas. Faça o que precisar pra começar a correr atrás do casamento possível, só não vale ficar parada! 🙂 Prometo pra você que a frustração vai passar, você vai estar mais madura sobre o casamento quando isso acontecer, e se seu noivo for lindo como o meu, te apoiar nessa fase e te dar todo o espaço do mundo dele pra você reclamar e chorar sem sair do seu lado – e ainda te fizer ver, naquele seu momento mais fútil que o que importa é o amor – vocês dois vão começar a próxima fase mais unidos ainda!

Ainda haverá uns momentos de desespero e talvez um pouco de frustração no futuro, com fornecedores, com amigos, com família – com qualquer um que possa estar envolvido – mas depois do primeiro “tombo” você tende a lidar com tudo de forma mais suave e tranquila. Meu primeiro fornecedor de comida simplesmente sumiu por dias – e só reapareceu quando falei que ia cancelar (e ainda me falou que eu quem deveria ter entrado em contato e corrido atrás), tive que cancelar e daí por tabela desistir da ideia do lugar que eu iria casar. Basicamente: recomeçar do zero. Mas tudo isso só fortaleceu os planos e me fez ver as coisas com outro ponto de vista.

Em resumo: essa fase pode ser uma droga e uma maravilha, as vezes as duas coisas ao mesmo tempo – e é isso que faz ela ser tão fenomenal e única! Então aproveite, absorva, e não deixa as coisas ruins arruinarem seu momento! 😉

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